A Limone Comunicação e o empreendedorismo feminino

Quando falamos em empreendedorismo feminino pensamos em negócios que são aberto e geridos por mulheres, mas não é apenas isso, pois são iniciativas que voluntária ou involuntariamente colocam a mulher em um lugar que até pouco tempo atrás era dominado por homens.

Assim, quando a mulher se coloca à frente de um negócio, por oportunidade ou necessidade, ela está modificando a sociedade e a cultura. A escolha de valorização da mulher enquanto empreendedora é de romper com as regras veladas do mundo dos negócios.

Se já acabou qualquer resquício legal que impedia ou condicionava o empreendedorismo feminino, dar visibilidade e incentivo à empreendimentos de mulheres é necessário para acabar com qualquer impedimento tácito que ainda exista.

A estatísticas do empreendedorismo feminino

De acordo com dados do Governo Federal, 3 em cada 4 lares são chefiados por uma mulher, sendo que 41% tem o seu próprio negócio.

Já segundo a Rede Mulher Empreendedora, em 2016, a cada 100 novas empresas que criadas no Brasil, 52 foram abertas por mulheres. Destas, mais de 50% têm filhos.
Por outro lado, de acordo com a FGV, 50% das mães são demitidas até dois anos após a licença maternidade.

São números que se ligarmos uns com os outros, temos uma perspectiva sobre o que acontece hoje na dinâmica das famílias e como isso movimenta nossa economia.

O empreendedorismo materno representa, por oportunidade ou necessidade, uma parcela importante do mercado economicamente ativo de nosso país.

Ao incentivar e dar visibilidade à mãe empreendedora, a contribuição não é apenas com uma família específica, mas com a movimentação econômica de maior relevância em termos sociais.

Quem está incentivando o empreendedorismo feminino

Se uma mulher sozinha é capaz de movimentar a economia, imagina várias unidas. Diversas iniciativas são verdadeiras redes de apoio para aquelas que pretendem empreender e ainda não se sentem seguras

A Ana Bavon, da Feminaria, nos ajuda a olhar o negócio de forma profissional e assertiva. Ana oferece consultorias e mentorias para mulheres que querem mudar o mundo através da sua força empreendedora.

Já a Maternativa se empenha em transformar a relação das mães com o trabalho. No grupo do Facebook, onde só entram mães, as participantes se apoiam e ajudam umas as outras, cada qual com a sua experiência.

A Rede Tear conecta talentos femininos e articula oportunidades para que a força de trabalho da mulher seja valorizada. É o “ninguém solta a mão de ninguém” no empreendedorismo.

Existem outras inúmeras iniciativas que fortalecem os negócios das mulheres q ue admiramos e fazemos questão de ecoar essas vozes. Nos conte as outras que você conhece!

As empreendedoras que admiramos e que nos servem de modelo

Elas se colocaram na linha de frente. Então está na hora de falar dos negócios iniciados e geridos por mulheres e mães que admiramos.

Quando tudo isso era mato, a Priscila começou a Alforjaria e são quase 10 anos à frente da marca mais bonita, ativista e inovadora de bolsas para ciclistas (e não ciclistas que querem ser descolados).

Outra Priscila, ao se tornar mãe do Tim Tim, fez a marca Mamahood, se tornou uma referência no mercado.

O @guiaforadacasinha é um projeto da fantástica Luísa Alves.

Se você quer um logo maravilhoso como o nosso, procure a Anne Pires, uma mãe que desenha trabalhando e trabalha desenhando.

Para bons presentes, você pode comprar na @bonecariafeitoemcasa. São lindas!

Nossa amiga Thais Moura veio de Indaiatuba para São Paulo e dá aula de condicionamento físico para “gente como a gente”, junto do Kiko do RH.

E vocês conhecem mais marcas incríveis fruto do empreendedorismo feminino e materno?

A Limone é uma marca de empreendedorismo feminino e materno

Em janeiro de 2017 a Limone Comunicação passou a utilizar essa marca.
A realidade é que a empresa já existia, mas a Limone surgiu como conhecemos com a decisão de Ana Sniesko ser mãe e de ter uma empresa que se adequasse a esse momento da sua vida.

Após 5 anos à frente de uma agência de comunicação, no segundo semestre de 2016 a Ana contou ao sócio que planejava engravidar. Porém, os planos deste sócio eram incompatíveis, ele queria imigrar para outro país.

Assim, foi necessário dividir a empresa existente para dar continuidade ao trabalho, seguindo cada um com alguns dos clientes. O pedaço da agência que ficou com a Ana foi rebatizada de Limone Comunicação, e pouco a pouco construída em moldes que permitiriam o nascimento do Pedro em maio de 2018.